Elmer Rodrigues

    Decidir por opinião é barato. O erro é que custa caro.

    Acompanhamento de noventa dias para decidir onde a sua empresa aposta o próximo recurso, com o dado que ela já tem.

    Elmer Rodrigues

    O problema

    O time trabalha muito e entrega pouco do que importa. Não é falta de esforço.

    O que entra no roadmap é decidido por influência. Quem tem mais acesso à liderança consegue prioridade, e não sobra registro do motivo.

    Meses depois ninguém sabe explicar por que aquilo foi feito antes do resto. O custo aparece em retrabalho, prazo estourado e time cansado.

    O que eu faço é instalar critério de decisão, com rastro.

    Para quem é

    • Empresa com time de tecnologia próprio e mais demanda do que capacidade
    • Diretoria que discute prioridade toda semana e sempre volta ao mesmo impasse
    • Operação com sistema crítico e legado que não pode parar

    Para quem não é

    • Quem quer um relatório para arquivar
    • Quem já decidiu o que vai fazer e busca alguém para chancelar
    • Quem espera que alguém de fora execute a mudança no lugar do time

    O que entra

    Mapa de decisão

    Como a prioridade é decidida hoje na prática, quem influencia, onde o critério some e em que ponto o retrabalho nasce.

    Critério explícito

    Um critério de priorização escrito, com peso, dono e registro de quem decidiu com qual número.

    Carteira de apostas

    A lista do que entra, do que espera e do que sai, com o motivo de cada escolha em uma linha.

    Prazo defensável

    Comunicação de prazo baseada no histórico de entrega que a empresa já tem, não em estimativa otimista.

    Próximos passos

    O que muda na semana seguinte, quem conduz e como saber se pegou.

    O que não entra

    • Ferramenta nova para comprar
    • Reestruturação de organograma
    • Framework de mercado aplicado sem contexto

    Formato

    Noventa dias.

    1. Semanas 1 e 2

      Diagnóstico

      A pergunta que trava a decisão, o dado que a empresa já tem e a recomendação com o critério explícito.

    2. Semanas 3 a 8

      Instalação

      O critério vira calculadora, guia e FAQ. Rodamos junto nas primeiras decisões reais.

    3. Semanas 9 a 12

      Transferência

      A empresa decide sozinha, eu observo e corrijo.

    Noventa dias e não dois anos. Se ao final a empresa ainda precisar de mim para decidir, o trabalho falhou.

    De onde vem o método

    Isto não é portfólio de consultoria. É o que eu instalei na operação de tecnologia que lidero hoje, e é de onde o método saiu.

    Elmer Rodrigues analisando dados de priorização

    Prioridade decidida por acesso à diretoria

    O roadmap era definido pela área com mais acesso à diretoria. Cada demanda entrava como urgente e o time trabalhava em regime de exceção permanente.

    Instalamos critério explícito, com registro de quem pediu, qual problema resolve e qual número sustenta a escolha.

    A discussão deixou de ser sobre quem falou primeiro e passou a ser sobre qual aposta a empresa quer fazer.

    Times organizados por sistema, não por problema

    Os times eram organizados por sistema legado. Toda entrega dependia de handoff entre três squads e o retrabalho aparecia sempre no fim.

    Reorganizamos por jornada do usuário, com cada time dono do problema de ponta a ponta e prazo comunicado em P80.

    Perguntas frequentes

    Vamos conversar

    Me conta o contexto da sua operação. Respondo com os próximos passos.